Instagram: Stories Are Everywhere

O Instagram lançou uma campanha com 26 vídeos para divulgar o Stories, seu recurso de atualizações temporárias. Os curtas, exibidos nos cinemas dos EUA, Itália e Alemanha, mostram como o uso criativo do app Boomerang e de emojis pode gerar boas sacadas.

Além dos vídeos, a agência Wieden + Kennedy Amsterdam também espalhou a mensagem em outdoors e no mobiliário urbano, como estações de metrô e paradas de ônibus.

Instagram Stories.jpg

Se ficou interessado em ir além do básico, o The Verge elaborou um tutorial bem detalhado do Instagram Stories.

Em menos de um ano, o clone do Snapchat já superou sua “inspiração”. Em junho, 250 milhões de usuários acessavam diariamente o Instagram Stories. O Snapchat declarou, em fevereiro, ter 158 milhões de usuários.

Como funciona o algoritmo do Instagram

Thomas Dimson, engenheiro de software do Instagram, explicou, no evento Machine Learning @Scale 2017, quais critérios direcionam o feed de atividades do app. Com a adoção do algoritmo, os contatos que aparecem com mais frequência no Instagram são:

– Pessoas cujo conteúdo você curte costumeiramente;
– Pessoas com quem trocou mensagens diretas (DM);
– Pessoas que você procurou no sistema de busca;
– Pessoas que você conhece na “vida real”.

Ou seja, o que conta são as diversas formas de interação, não necessariamente o número de seguidores. Embora muito criticado em seu lançamento, o algoritmo surgiu para apresentar o que seria mais importante ao usuário, algo que o modelo anterior não dava conta. De acordo com dados do Instagram, quando organizado na ordem cronológica, 70% do conteúdo do feed escapava do usuário. Atualmente, o Instagram tem 600 milhões de usuários ativos. Desses, 400 milhões acessam a rede diariamente.

Vale ressaltar que a lista acima não está organizada hierarquicamente, visto que Dimson não estipulou tal ranking. Além disso, as informações remetem ao período de testes do algoritmo. Como em sua apresentação Dimson não indicou mudança, o Social Media Today, site no qual pesqueis esses dados, acredita que o direcionamento do período inicial deve persistir atualmente.

Para organizar a explosão do conteúdo online, as empresas digitais cada vez mais adotam algoritmos como bússolas da experiência do usuário, uma decisão controversa. O Facebook, símbolo maior dessa orientação, é bastante criticado por tentar prever quais conteúdos a pessoa estaria propensa a se envolver. Isso culminaria na criação de bolhas, que apenas amplificam nossas posições iniciais, diminuindo o alcance de pontos de vistas diversos.

Ademais, como lembra o advogado Ronaldo Lemos, as regras que regem os algoritmos raramente são reveladas por seus criadores. Sem informações públicas, a transparência é comprometida, até porque os dados não podem ser auditados externamente.

Viver para postar

Dificílimo reconhecer a felicidade quando ela ainda está no recinto. Caso reconheça, é fundamental fotografar, escrever, desenhar, filmar. Para isso servem nossos smartphones: para estocar os mais diversos tipos de felicidade em pixels, áudios e blocos de nota. Às vezes a necessidade de registro pode parecer uma fuga do presente, mas, pelo contrário, é a documentação da felicidade que estica o presente para a vida toda.

Gregorio Duvivier

Fotografia digital

Citar

Para [Nick] Knight, a revolução democratizante propiciada pelas câmeras de celular é tão radical quanto a ocorrida nos anos 1960, quando o britânico David Bailey, ícone da fotografia, largou o tripé e começou a trabalhar com uma câmera de mão.

“Isso deu liberdade a ele e mudou o que a fotografia era, artisticamente. O mesmo vale para mim e o iPhone.”

Mas e quanto à lente do aparelho? “É absurdo que as pessoas pensem que todas as fotos têm de ter alta resolução. O que importa, em termos artísticos, é se a imagem funciona. A maquinaria com a qual se cria arte é irrelevante”, afirma o fotógrafo.

As melhores fotos de 2012

natal

As imagens que representam o ano que se despede. Boas seleções da revista Times e do Huffington Post (pesquei essa foto por lá). Dicas do youPIX.

É com essas belas fotos que o blog entra em recesso. Uma pausa para comemorar as boas festas de fim de ano, mas que vai além. O pleno retorno das atividades só ocorre em fevereiro; em janeiro encontro minhas férias. Até lá, apareço de vez em quando por aqui.

Filtros móveis

http://youtu.be/2giNzaZunqE

Acima, vídeo apresenta a nova ferramenta do Twitter para celulares: adicionar filtros nas fotos. Também na semana passada, o Flickr mostrou seu novo aplicativo móvel, que possui recurso similar. É mais um serviço do Yahoo a passar por reformas.

O Google segue a mesma toada, disponibilizando gratuitamente o Snapseed, seu app mobile de edição de imagens. Comprado pela gigante das buscas, o Snapseed anteriormente era pago. Seria mais interessante aproximar Snapseed e Picasa, o “Flickr” do Google. Do jeito que as coisas vão, a atuação do Google segue dispersa, já que os softwares da empresa apresentam propostas similares.

No plano geral, agora todos os grandes nomes da internet possuem boas opções nesse segmento. Mas chegaram tarde na brincadeira. O Instagram, que apresentou sua nova versão recentemente, já virou sinônimo desse tipo de serviço. Algo que ficou ainda mais intenso quando o aplicativo alcançou o sistema Android. É natural. As pessoas querem seguir para a mesma festa que seus amigos. É mais animado por lá.