Chase Jarvis: a beleza do cotidiano

Acima, o fotógrafo Chase Jarvis celebra a arte de registrar momentos e convida o mundo a perseguir seus próprios esforços criativos. Para ele, é necessário tirar fotos que ninguém, além de você, pode registrar. Aí conta o cotidiano de cada um, a forma como você percebe esses momentos.

Em 2009, Jarvis lançou The Best Camera Is The One That’s With You, livro que reúne fotos que ele tirou com seu iPhone. Não está só. Outros fotógrafos também abraçaram a arte do possível.

Com isso, defendem o valor artístico de equipamentos muitas vezes esnobados. De acordo com Javis, imagens não tem a ver com megapixels, mas sim com histórias e momentos (vídeo abaixo).

Claro, Jarvis não usa apenas celulares. Nos vídeos abaixo, ele mostra seu equipamento e como realiza seu trabalho.

Chase Jarvis também lança vários vídeos online. Abaixo, ele entrevista o escritor Tim Ferriss.

Dicas para tirar fotografias melhores

BBC, UOL e IG reformulam home page: a nova cara da internet

A BBC está testando o novo visual da sua página inicial. No Brasil, IG e UOL seguem o mesmo caminho.

Algumas tendências estão se consolidando: o espaço é dominado pelo branco. Aliás, o conteúdo respira, não tem tantas molduras como outrora. Com menos firulas visuais, os sites também querem melhorar a performance de carregamento.

Há uma busca por otimizar os espaços. Os tempos de menu lateral ficaram para trás há algum tempo. Agora, menus dinâmicos expandem as opções do usuário: ao clicar numa das opções do menu localizado no topo, surgem subseções em cascata.

A primeira dobra da página hierarquiza melhor o conteúdo. As fontes, que estão maiores e geralmente aparecem nas cores azul e preto, servem também a esse propósito. Tamanhos distintos ressaltam a gradação do que é apresentado.

Há uma tendência em encurtar distâncias, em entregar ao visitante o que ele busca, sem necessidades de tantos links. As notícias mais lidas aparecem no lado direito. O IG enche esse espaço com informações de trânsito, futebol, horóscopo e mercado financeiro. No UOL, algumas dessas informações aparecem logo no topo, mas menores. Outras estão no final da página. E há apenas links.

A grande mudança, porém, é integrar a experiência de uso. Predomina o “swiping”: o conteúdo desliza, algo popular nos dispositivos móveis. É uma forma mais intuitiva de embalar a informação.

A BBC usou muito esse recurso. Com isso, oferece informações e serviços sem tornar sua primeira página tão longa. Já os portais nacionais crescem na vertical.

desplugado

“É um passo para trás, e uma maneira estúpida de lidar com a liberdade na rede. Em San Francisco, tentaram bloquear o acesso a celulares para evitar uma manifestação no sistema de trens suburbanos. O que aconteceu? A manifestação para protestar contra o bloqueio acabou sendo maior que o protesto original. É bom ver que as pessoas se defendem destas ações.”

Christopher Poole, o criador do fórum 4chan, comenta as tentativas de censura na rede. “moot”, como é mais conhecido, veio ao Brasil para participar do festival de cultura de internet YouPix.

Como criar fan pages no Facebook [acompanhe a página desse site na maior rede social online do mundo]

Criei uma página desse blog no Facebook. Clique aqui e “curta” o novo endereço. Abaixo, dou algumas dicas para quem também quer lançar sua página na maior rede social do mundo. Antes, gostaria de apresentar meu espaço.

A versão Facebook desse blog conta com as atualizações do site, mas não só: você também tem acesso a recomendações de links, vídeos e matérias que solto exclusivamente por lá. Em pauta, cultura digital, mídias sociais, arte e tecnologia disruptiva.

(Esse não é o único espaço que mantenho no Facebook. Há também um projeto sobre música (non-stop) e uma página sobre cultura móvel (leve no bolso). Gostou? Passa lá e “curta” essas páginas também)

Estratégia

Ao elaborar sua presença online, é importante dar alternativas ao público, que pode ter acesso ao que tem a dizer através do endereço eletrônico, via RSS, newsletter diária, página no Facebook etc. A ideia é que você acompanhe essas atualizações, mas não só: o conteúdo funciona como um convite para a conversa. Você pode comentar, propor novas discussões, compartilhar dicas etc.

No caso do FB, é possível ir além, não oferecendo ao usuário apenas um simulacro da experiência do site de origem. Por isso, usar recursos de publicação automática – via RSS Graffiti, por exemplo – podem não ser recomendáveis. É necessário se adaptar ao meio (saiba o que funciona no Facebook). Até porque a fan page pode ser um projeto autônomo e oferecer não apenas conteúdo, mas também serviços: você pode montar uma loja virtual no Facebook.

(Veja também: como usar o Facebook para divulgar sua marca)

Ou seja, é muito mais útil do que simplesmente oferecer uma experiência complementar numa fan page do Facebook. Algo que lembra fazer parte de comunidades do Orkut, que funcionam apenas com um broche que identifica o que aprecia, um acessório decorativo no seu perfil que explicita as tribos das quais faz parte. São comunidades que, muitas vezes, tem grande número de participantes, mas pouca interação entre eles. Parece que só spammers frequentam esses endereços.

Não é isso que proponho. Meu objetivo é compartilhar informação e suscitar a interação nesses novos espaços. Ademais, você não precisa visitar essas páginas. A atualização vai até você, aparecendo no seu mural do Facebook. Por isso, é importante investir no seu espaço. Se oferecer conteúdo em excesso ou não relevante, vai irritar o usuário. Ou seja, pode transformar fãs em ex-seguidores.

Making of [crie fan pages no Facebook]

Criar páginas no Facebook é bastante simples. Basta clicar nesse link. Em seguida, você pode personalizar a url. Será ótimo ter um endereço mais amigável para divulgar. Entretanto, isso só será possível depois de conquistar 25 fãs.

Em seguida, preencherá alguns campos, como dizer que o espaço é mantido por “Empresa, organização ou instituição“. Depois, você vai mudar a imagem, criar uma descrição, instalar aplicativos…

O cadastro é simples. Mas só isso não basta. É importante definir qual o objetivo desse novo espaço. Criar um projeto editorial pode auxiliar na manutenção.

Saber quais os elementos mais importantes dessa página também ajuda. Vale aprender com as melhores fan pages.

Depois, escolha os aplicativos mais interessantes para incrementar seu espaço. Aliás, é importante editar e personalizar as abas, já que o FB entrega alguns aplicativos que não são lá muito úteis. O appbistro é um ótimo guia para conhecer outras opções. Já o Involver oferece integração com várias plataformas sociais (como YouTube e Flickr), entre outros serviços complementares.

Para engajar o público, visite esse link (esse outro também) e veja a apresentação no final desse post.

Se vai criar um perfil corporativo, sugiro a leitura desse tutorial. O Mashable também criou uma lista com os cinco plugins essenciais para marcas.

Tudo pronto? Você pode colocar em outros sites um banner com o número de inscritos na sua página do Facebook, botão curtir, últimas atualizações etc. Caso o sistema de gerenciamento de conteúdo do seu site não aceite script com java, como o WordPress.com, você pode optar um widget mais simples.

Para terminar, você sabe quanto custa sua fan page no Facebook?

Ficou com preguiça de seguir todos esses passos? Pode apontar seu navegador para o Wix ou o Pagemodo, que entregam vários layouts e recursos para fan pages do Facebook.

Enfim, essas são as técnicas básicas. Agora é contigo. Fique à vontade para compartilhar links e suas ideias. Aqui nesse blog e nas páginas (como a CD) que mantenho no Facebook.

Antes, um último alerta: escolha com prudência o nome da sua fan page. Isso porque não é possível alterar depois. A não ser que sua fan page tenha menos de 100 cadastrados.

Crie sua página no Facebook

Imagem via Flickr de Samsmiles

Os primórdios da (minha) vida digital

No meu primeiro contato com um computador, a internet já se fez presente. Foi algo limitado, é claro, pela precariedade da conexão. Mas suficiente para marcar. Em seguida, ao entrar na faculdade, em 1997, era mais fácil me encontrar no laboratório de informática do que nas salas de aula. Não foi em vão: meu trabalho de conclusão de curso foi um guia sobre webwriting e como desenvolver sites jornalísticos.

Desde então, sempre fui presente online. Mantenho blogs desde 2002. Ao longo do tempo, também criei sites no Geocities, Angelfire e Tripod (lembra?), listas de discussão…

No começo da década, cheguei a criar com um grande amigo uma empresa online. Era o produto certo, no momento errado: o mercado era incipiente, havia menos internautas, a bolha da internet tinha estourado, profissionais da antiga tinham dificuldade em trabalhar com sangue novo…  Por isso, a iniciativa não foi para a frente. Segui como autônomo e passei a fazer consultoria de comunicação e estratégia digital, o que vem sendo minha ocupação desde então. Ou seja, minha trajetória profissional se mistura com a internet.

Até porque sempre acreditei no cruzamento de mídias, na interação de diferentes disciplinas. Um site sobre grunge (o primeiro que criei), por exemplo, linkava para uma lista de discussão sobre o assunto. Oferecer experiências complementares, interdependentes entre si, sempre foi um dos meus objetivos.

Mas havia limitações de infra-estrutura que restringiam a complexidade dos projetos. O Youtube nem existia! Busca eficiente? Siga para o Altavista. Eram outros tempos. Aliás, muitos dos serviços que citei aqui acabaram. Ou seja, estar atento às tendências da web é vital para quem quer trabalhar na área.

Hoje, com o crescimento da banda larga e a popularização do ciberespaço, fica mais fácil criar projetos coletivos e multimídia. E o trabalho remoto, um sonho sempre almejado por mim, é cada vez mais comum.

Jack Dorsey, o criador do Twitter

“Com um limite de tamanho, as pessoas são mais espontâneas e instantâneas. A ideia é minimizar os pensamentos.”

No caderno LinkJack Dorsey fala sobre uma de suas criações, o Twitter, microblog que permite mensagens com até 140 caracteres.

Para ele, “O Twitter é mais uma rede de notícias, onde cada um atualiza em texto a sua vida. Quem quiser, segue. Não é preciso ser amigo. Uma pessoa pode te seguir e você pode não querer segui-la.”

A Vanity Fair fez um belo perfil sobre esse badalado empreendedor do Vale do Silício. Curiosamente, a história de Dorsey se assemelha a de outro grande nome da tecnologia: Steve Jobs. Assim como o criador da Apple, Dorsey foi afastado da companhia que fundou. Voltaria ao Twitter em 2011, como chefe de desenvolvimento de produto.

A popular ferramenta de mensagens curtas foi inventada por Dorsey. Mas ele não esteve só na empreitada: Biz Stone, que passou pelo Brasil em 2009, foi seu parceiro inicial. Em 2006, Evan Williams, o homem por trás do Blogger, se juntou a eles.

Dorsey depois viria a criar o Square, dispositivo que transforma aparelhos móveis (iPhones, iPads e celulares Android) em plataformas de pagamento eletrônico (vídeo abaixo).

Jack Dorsey: entrevista

Square: como funciona

Atualizado em 10 de abril de 2011. 

Gmail ajuda quem envia mensagens e se arrepende depois

O Google inventou uma ferramenta para o Gmail que ajuda as pessoas que enviam e-mails em momentos intempestivos e depois se arrependem. Através do recurso, você pode retardar o disparo da mensagem em até 30 segundos. Para ativar a ferramenta, siga essa rota:

– Clique no ícone da roda dentada, situada abaixo do seu avatar (canto superior direito);
– Em configurações, selecione a opção “Cancelar Envio” e marque “Ativar o cancelamento de envio“;
– Para finalizar, escolha o tempo de espera desejado (varia de 5 a 30 segundos).

Texto atualizado em 23 de junho de 2015

Saiba quais vídeos foram retirados do Youtube

Não há site como o Youtube. O serviço de hospedagem de vídeos se transformou numa verdadeira midiateca global. Simplesmente você encontra -quase- tudo por lá.

Muitos não respeitam direitos autorais, é verdade. Mas mesmo quando são excluídos, geralmente são colocados de volta por outros usuários.

Um bom site para monitorar esse movimento é o YouTomb. Com ele, é possível saber quais os vídeos que foram retirados do Youtube.

Google lança navegador de internet

Hoje, o Google lançou seu navegador de internet (veja imagens e link para download abaixo). O Google Chrome estará disponível em versão beta em mais de 100 países. O programa, de código aberto, sairá primeiro para Windows. Em seguida virão as versões para Mac e Linux.

O Google tenta conquistar uma fatia de um mercado dominado amplamente pela Microsoft. Seu software de acesso à internet, Internet Explorer, é utilizado por 73,75% dos internautas. O Firefox, da fundação Mozilla, aparece em segundo, com 18,41%. Os dados são da NetApplications.

Curioso é que foi criada uma história em quadrinhos sobre o novo browser (Google Chrome comic book). Há também um mini-FAQ aqui.

Download
Google Chrome

Google Chrome Screenshots


Logo.


Screenshots do Google Chrome (página inicial do serviço).


Ferramenta para auto-completar termos (chamada “omnibox” ).


Página inicial mostra 9 thumbnails de sites para acessar.


Integração com serviços do Google, como Google Calendar: possibilidade de criação de atalhos no menu inicial ou Quick Launch Bar.


Zoom nas tabs abertas; similar ao navegador Opera.


The Google Chrome task manager.


Google incognito permite mais privacidade.



Uma estrela na barra de endereços indica os sites marcados como favoritos; similar ao Firefox 3.


O menu de opções

Via Blogoscoped

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