Quando fez 30 anos, Cesar Kuriyama tirou um ano de folga para comemorar com gosto. A experiência foi registrada por ele, que gravava pequenos trechos dos seus dias. Posteriormente, as cenas foram compiladas num curta (1 Second Every Day; acima). Interessado? A ideia vai virar aplicativo. Primeiro no iPhone. Em seguida, chega ao Android.
Arquivo da categoria: mobilidade
iPhone/canivete do MacGyver
Como salvar seu celular quando ele cai na privada
Vaso sanitário, um destino não tão improvável para seu celular. 19% dos donos de telefones móveis já botaram seu aparelho para mergulhar.
Dia perfeito
Peek, um site para encontrar as atividades certas para suas viagens. Mesmo que você só tenha 24 horas para passear no novo destino. O usuário pode criar seu dia perfeito ou conferir itinerários já disponíveis.
A ideia é bacana. Mas, se melhor exploradas pelo Foursquare, as listas criadas pelo serviço de geolocalização poderiam ser utilizadas para o mesmo fim. E com resultados mais dinâmicos, mostrando dados sempre atuais.
The Wider Image
Um aplicativo de fotojornalismo que apresenta “a imagem mais ampla” da Reuters. Dados sobre fotógrafos e novas informações que contextualizam os fatos mostrados nas imagens são alguns dos recursos. Para iPad.
Instagram, Twitter [e outros aplicativos móveis]
“Fotos batem palavras”. O All Things Digital inicia assim o texto sobre crescimento da popularidade do Instagram, tema que ganhou bastante ressonância na semana passada. Não se trata apenas da quantidade de perfis, mas de engajamento e retenção. Em agosto, o Instagram teve uma média diária de 7,3 milhões de usuários ativos nos EUA. Já o Twitter, 6,9 milhões.
As pessoas também ficam mais tempo no Instagram. Em agosto, os norte-americanos passaram, em média, 257 minutos no aplicativo de imagens. O Twitter perde novamente nos dispositivos móveis: no mesmo período, o serviço alcançou 170 minutos de uso.
***
Não se deve, contudo, fazer uma leitura polarizada do consumo mobile. Para além da disputa desses dois serviços, os celulares ganham diversos fins. O ideal é observar dados mais abrangentes, que incluam, por exemplo, outras redes sociais, entretenimento, jogos… Em suma, monitorar o uso como um todo, e não fragmentos (divulgados sempre com muito alarde). Daqui a pouco, surge outra pesquisa na qual a indústria da informação apregoa a supremacia das notícias em dispositivos móveis, seguida de outra no qual um serviço multimídia gaba-se do consumo de vídeo ou música…
Quanto mais gente passa a usar celulares, a base de consumidores fica mais diversa, indo além dos early adopters. Ou seja, dados atuais e plurais são importantes não apenas para registrar instantâneos, mas para acompanhar tendências ao longo do tempo.
***
Retomando o mote do início do texto. No geral, o Twitter é mais popular que o Instagram. Entretanto, se no exterior o Twitter se sobressai, no Brasil ele perde força.
Não deixa de ser curioso, todavia, o recurso ter sido ultrapassado em celulares. Lembro-me, no início do apogeu do Twitter, de várias entrevistas dos criadores do serviço de mensagens curtas apontando que a ideia só passou a fazer sentido com o advento e popularização dos celulares inteligentes.
Serviços online ampliam os recursos do Instagram; conheça também outras alternativas
O Instagram é um serviço de compartilhamento de fotos no qual é possível aplicar efeitos nas imagens. Quem não usa os sistemas operacionais IOS e Android só tem acesso às fotos postadas por lá quando elas são compartilhadas via mídias sociais (Flickr, Facebook e Twitter). Entretanto, não é possível conferir o perfil de alguém via navegador de internet. Ou seja, não dá para ver outras fotos, quem o usuário segue etc.
Enquanto o serviço não expande sua atuação, alguns recursos suprem essa lacuna e levam a experiência mobile do Instagram para a web. Os mais conhecidos são extragr.am e web.stagram.com. Isso foi possível graças à utilização da API do Instagram.
O gramsby.me é o mais novo deles. Faz o mesmo que os demais: cria uma interface web com seus dados do Instagram. Com isso, você pode acompanhar as últimas atualizações dos seus contatos, conferir as imagens mais populares etc. Tudo via web.
É mais um quebra-galho do que um simulacro autêntico: não dá para fazer upload, por exemplo, mas é possível comentar.
Outra mão na roda são os serviços Instaport e Copygram, que permitem fazer becape das fotos postadas no seu perfil do Instagram.
Para quem quer apenas adicionar filtros nas imagens, como o Instagram faz, uma solução é a versão online do Pixlr-o-matic. No Android, também há alternativas, como os aplicativos FxCamera, PicPlz e Vignette. Se possui um celular Nokia que roda o sistema operacional Symbian, o Molo.me pode ser uma opção.
Atualizações
Sem alarde, Instagram chega à web
Novo Instagram 3.0 exibe fotos dos usuários em mapa público
Instagram chega aos 80 milhões de usuários
A economia dos aplicativos
De acordo com estimativas da Forrester Research, os aplicativos geraram, ano passado, uma receita de US$ 3,5 bilhões. Apesar do Android ser o sistema dominante nos celulares, a festa é mais animada nos dispositivos móveis da Apple.
Estudantes universitários e seus smartphones [infográfico]
Realidade filtrada
Recentemente, o All Things Digital fez uma análise comparativa do Socialcam, Mobli e Viddy, aplicativos para celular que querem fazer pelo vídeo o que o Instagram fez pelas fotos.
Lembra a obra da cineasta Ry Russo-Young, que produz filmes utilizando diversos formatos. Abaixo, trailer de um de seus filmes, You Won’t Miss Me (2009). Em seguida, uma entrevista com a diretora.






