Instagram: Stories Are Everywhere

O Instagram lançou uma campanha com 26 vídeos para divulgar o Stories, seu recurso de atualizações temporárias. Os curtas, exibidos nos cinemas dos EUA, Itália e Alemanha, mostram como o uso criativo do app Boomerang e de emojis pode gerar boas sacadas.

Além dos vídeos, a agência Wieden + Kennedy Amsterdam também espalhou a mensagem em outdoors e no mobiliário urbano, como estações de metrô e paradas de ônibus.

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Se ficou interessado em ir além do básico, o The Verge elaborou um tutorial bem detalhado do Instagram Stories.

Em menos de um ano, o clone do Snapchat já superou sua “inspiração”. Em junho, 250 milhões de usuários acessavam diariamente o Instagram Stories. O Snapchat declarou, em fevereiro, ter 158 milhões de usuários.

Coletivo de podcasts

Vídeo

Radiotopia, uma rede de podcasts cujo conteúdo mistura fatos e ficção. O episódio sobre chats eróticos (The Superchat), do podcast Love + Radio, é um bom exemplo da fórmula do coletivo.

Como fonte de renda, a Radiotopia depende de patrocínios (35% no ano passado), crowdfunding e doações diretas (47%), e filantropia (17%).

Além da Radiotopia, outras redes de podcast populares nos EUA são a Earwolf e Nerdist. Apesar da boa estrutura, que permite ao criador focar no conteúdo do programa, enquanto outras pessoas pensam na parte financeira, nem todos estão felizes com a ideia de rede de podcasts.

Jornalismo datado

O big data está cada mais vez presente nas reuniões de pauta. Há quem diga que ele já assumiu como editor das publicações. Segundo a Columbia Journalism Review, duas visões dominam os debates.

Alguns criticam a importâcia das métricas pois evidenciar as escolhas do público faz com que assuntos importantes percam espaço para temas fúteis.

Por outro lado, defensores explicam que orientar decisões editorias a partir de dados cria um sistema mais democrático no ciclo de produção da notícia: os interesses do leitor passam a ser mais importantes que as preferências dos jornalistas.

A tecnologia ainda vai dar muito trabalho

Anda preocupado com a precarização do emprego? Melhor se preparar para os novos tempos. A tecnologia ainda vai dar muito trabalho. No mal sentido: a terceirização será tomada pelas máquinas.

A Folha comenta o livro “Rise of the Robots”, de Martin Ford. A obra aborda os impactos da automação no mercado de trabalho.

Viajar no tempo para destruir a Skynet não resolverá a questão. De fato, não precisamos recuar ou avançar o relógio: uma possível solução já existe. Se é contra programas de transferência de renda, como o bolsa família, talvez seu futuro dependa de iniciativas do tipo. Para Ford, implementar o “dividendo cidadão”, um ajuda mensal para todos os adultos, seria a solução. Antes de caracterizá-lo como luddista, confira suas ideias:

“A argumentação de Ford é que nossa atual revolução tecnológica é diferente das anteriores. A maioria dos economistas discordaria. A posição deles é que os deslocamentos atuais são semelhantes aos registrados na transição da agricultura para a indústria. […] Da mesma forma que ex-trabalhadores agrícolas encontraram empregos em fábricas, os ex-trabalhadores industriais demitidos foram reempregados pelo setor de serviços. A revolução da tecnologia da informação não será diferente, dizem os economistas.

[…]Ford encontra dois grandes furos nessa visão otimista do futuro. Os efeitos da revolução atual são generalizados. […] Quase qualquer trabalho que envolva sentar diante de uma tela e manipular informação está desaparecendo, ou o fará em breve. Nenhum ser humano consegue concorrer com os custos da automação em queda impiedosa.

[…] Ao desviar os lucros da nova economia para alguns poucos, os robôs enfraquecem o principal propulsor de crescimento –a demanda da classe média.
Conforme a força de trabalho se torna pouco econômica com relação às máquinas, o poder aquisitivo diminui.”

Facebook, o entregador de jornais em tempo integral

A partir dessa quarta (13/05), o site Poynter indica que o New York Times pode passar a entregar textos completos dentro do próprio Facebook. O recurso, intitulado “Instant Articles”, também deve ser utilizado por outras publicações, como BuzzFeed e National Geographic.

Hospedar conteúdo na rede social trará ganhos de audiência e de receita, já que boa parte do valor dos anúncios cai direto na conta das publicações. O convite partiu do Facebook, essa intranet que abocanha toda a internet.