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Um número crescente de ações faz barulho na internet. No último verão do Hemisfério Norte, o Instagram foi inundado por fotografias de garotas plus size em roupas de banho que usavam a etiqueta #fatkini, junção das palavras gorda e biquíni. A mesma rede social abriga o perfil “@loveyourlines” (ame suas estrias), em que duas mães começaram a reunir fotos de corpos normais.

Pesquei n’O Globo

Novos formatos

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Poucos mercados foram tão afetados pela revolução digital como o fonográfico e o de fotografia. Até alguns anos atrás, rolos de filme eram vendidos em qualquer banca de esquina e discos de vinil estavam em todas as casas. Hoje, os formatos analógicos são, por vezes, tachados de obsoletos, restritos a nichos, mas um crescente número de saudosistas e adeptos do estilo retrô está reabilitando essas tecnologias, com um toque de modernidade.

Pós-fotografia

Batizada de pós-fotografia, a tônica da produção se concentra na edição, reinterpretação e no remix de imagens já existentes e espalhadas pela web.

[…] A pós-fotografia, porém, reacendeu discussões em torno da autoria de cliques compartilhados na internet. Há, ainda, críticas quanto a considerar reproduções de tela como trabalhos fotográficos.

[…] Se o conceito de fotografia foi tradicionalmente consolidado na ideia de escrever com luz, as novas produções são construídas a partir do processamento de algoritmos, sem o uso de câmeras.

Trecho do belo material produzido pelo suplemento Tec, da Folha de São Paulo.