Mais um site para aprender programação: webitro.com. No ano passado, falei sobre o Codecademy.
Carros voadores
Criação de Matthew Porter.
The Wider Image
Um aplicativo de fotojornalismo que apresenta “a imagem mais ampla” da Reuters. Dados sobre fotógrafos e novas informações que contextualizam os fatos mostrados nas imagens são alguns dos recursos. Para iPad.
Instagram, Twitter [e outros aplicativos móveis]
“Fotos batem palavras”. O All Things Digital inicia assim o texto sobre crescimento da popularidade do Instagram, tema que ganhou bastante ressonância na semana passada. Não se trata apenas da quantidade de perfis, mas de engajamento e retenção. Em agosto, o Instagram teve uma média diária de 7,3 milhões de usuários ativos nos EUA. Já o Twitter, 6,9 milhões.
As pessoas também ficam mais tempo no Instagram. Em agosto, os norte-americanos passaram, em média, 257 minutos no aplicativo de imagens. O Twitter perde novamente nos dispositivos móveis: no mesmo período, o serviço alcançou 170 minutos de uso.
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Não se deve, contudo, fazer uma leitura polarizada do consumo mobile. Para além da disputa desses dois serviços, os celulares ganham diversos fins. O ideal é observar dados mais abrangentes, que incluam, por exemplo, outras redes sociais, entretenimento, jogos… Em suma, monitorar o uso como um todo, e não fragmentos (divulgados sempre com muito alarde). Daqui a pouco, surge outra pesquisa na qual a indústria da informação apregoa a supremacia das notícias em dispositivos móveis, seguida de outra no qual um serviço multimídia gaba-se do consumo de vídeo ou música…
Quanto mais gente passa a usar celulares, a base de consumidores fica mais diversa, indo além dos early adopters. Ou seja, dados atuais e plurais são importantes não apenas para registrar instantâneos, mas para acompanhar tendências ao longo do tempo.
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Retomando o mote do início do texto. No geral, o Twitter é mais popular que o Instagram. Entretanto, se no exterior o Twitter se sobressai, no Brasil ele perde força.
Não deixa de ser curioso, todavia, o recurso ter sido ultrapassado em celulares. Lembro-me, no início do apogeu do Twitter, de várias entrevistas dos criadores do serviço de mensagens curtas apontando que a ideia só passou a fazer sentido com o advento e popularização dos celulares inteligentes.
O lar do futuro
[…] a noção de lar, também graças à internet, expandiu-se para territórios simbólicos – levo minha “casa” comigo pelo mundo, no celular, no computador, nas redes sociais.
A maior parte de nós, no entanto, continua vivendo em residências que reproduzem o modelo tripartido do século 18, que divide o espaço em áreas social, íntima e de serviços em ambientes compartimentados e estanques.
[…] Mas, se o futuro chegou, a casa que vai representar esse novo tempo deverá se basear não mais em cômodos e hierarquias, mas nas atividades que exercemos ali.
[…] Nossa casa será um sistema aberto, colaborativo e seremos todos co-designers desses espaços.
Guto Requena, arquiteto. Hoje, ele inaugura sua coluna na Folha, espaço que passa a ocupar quinzenalmente.
Serviços online ampliam os recursos do Instagram; conheça também outras alternativas
O Instagram é um serviço de compartilhamento de fotos no qual é possível aplicar efeitos nas imagens. Quem não usa os sistemas operacionais IOS e Android só tem acesso às fotos postadas por lá quando elas são compartilhadas via mídias sociais (Flickr, Facebook e Twitter). Entretanto, não é possível conferir o perfil de alguém via navegador de internet. Ou seja, não dá para ver outras fotos, quem o usuário segue etc.
Enquanto o serviço não expande sua atuação, alguns recursos suprem essa lacuna e levam a experiência mobile do Instagram para a web. Os mais conhecidos são extragr.am e web.stagram.com. Isso foi possível graças à utilização da API do Instagram.
O gramsby.me é o mais novo deles. Faz o mesmo que os demais: cria uma interface web com seus dados do Instagram. Com isso, você pode acompanhar as últimas atualizações dos seus contatos, conferir as imagens mais populares etc. Tudo via web.
É mais um quebra-galho do que um simulacro autêntico: não dá para fazer upload, por exemplo, mas é possível comentar.
Outra mão na roda são os serviços Instaport e Copygram, que permitem fazer becape das fotos postadas no seu perfil do Instagram.
Para quem quer apenas adicionar filtros nas imagens, como o Instagram faz, uma solução é a versão online do Pixlr-o-matic. No Android, também há alternativas, como os aplicativos FxCamera, PicPlz e Vignette. Se possui um celular Nokia que roda o sistema operacional Symbian, o Molo.me pode ser uma opção.
Atualizações
Sem alarde, Instagram chega à web
Novo Instagram 3.0 exibe fotos dos usuários em mapa público
Instagram chega aos 80 milhões de usuários
A economia dos aplicativos
De acordo com estimativas da Forrester Research, os aplicativos geraram, ano passado, uma receita de US$ 3,5 bilhões. Apesar do Android ser o sistema dominante nos celulares, a festa é mais animada nos dispositivos móveis da Apple.
Estudantes universitários e seus smartphones [infográfico]
Realidade filtrada
Recentemente, o All Things Digital fez uma análise comparativa do Socialcam, Mobli e Viddy, aplicativos para celular que querem fazer pelo vídeo o que o Instagram fez pelas fotos.
Lembra a obra da cineasta Ry Russo-Young, que produz filmes utilizando diversos formatos. Abaixo, trailer de um de seus filmes, You Won’t Miss Me (2009). Em seguida, uma entrevista com a diretora.
Serendipitor, um aplicativo de navegação sem rumo
A narração robotizada não ajuda, mas a ideia do Serendipitor é promissora. Trata-se de um aplicativo de navegação para iPhone que te joga em rotas alternativas. Ao valorizar desvios, amplia a experiência do usuário: você é levado a lugares que não estava procurando.
Pode-se aumentar ou diminuir a complexidade do percurso, dependendo de quanto tempo dispõe. No caminho, sugestões alternativas pipocam na tela do celular.
No final, o flâneur cibernético ainda pode compartilhar o novo trajeto com seus amigos. O nome do aplicativo vem de Serendipity, palavra que representa as descobertas ao acaso.


