
Trabalhar com um público segmentado. Textos curtos, de até 100 caracteres. Usar frases que sugerem ação, como “solicite mais informações” ou “solicite uma amostra”. Imagens e vídeos também funcionam. Mais dicas aqui.
Imagem via Flickr

Você não precisa mais sentir culpa por manter várias abas abertas no navegador. A partir de agora, não estará mais acumulando leitura, mas sim fazendo arte.
Uma extensão para o Google Chrome permite formar palavras a partir do favicon do site (o símbolo que indica as páginas que está visitando). O resultado? Favicon Poetry.
Como descobrir o que vai se espalhar pela internet? Neetzan Zimmerman, o “Guru do Viral”, explica seu método. Inicialmente, o curador de conteúdo deve deixar de lado seus interesses pessoais.
Para identificar os futuros hits da internet, é preciso apostar nas histórias que podem gerar maior impacto emocional no público: “Qualquer coisa que possa capturar a imaginação de um grupo grande merece atenção… e eu não julgo”.
É só o começo. Os demais pontos listados por Zimmerman você encontra no YouPix.
O Twitter firmou parceria recentemente com o Foursquare. A partir de agora, é o novo aliado que indica onde os tuítes são publicados. O aplicativo, que no ano passado se desmembrou em dois (o Swarm é o irmão caçula), aponta o caminho para diversos segmentos.
Inicialmente, as informações são fornecidas pelos próprios usuários dos aplicativos, que divulgam onde estão no momento (check-in através do Swarm) ou acrescentam comentários sobre esses destinos (Foursquare).
Apesar de nunca terem estourado (são 50 milhões de usuários por mês, contando acesso mobile e via computador), esses apps geram uma riqueza de dados de geolocalização. Além dos próprios apps e do Twitter, essas referências alimentam, via API, 85 mil serviços. Microsoft, Pinterest, Waze, Flickr e Samsung são outras empresas que pegam carona com a dupla Foursquare/Swarm.
PC, celular, tablet e -quem sabe- o Apple Watch: o potencial das tecnologias não necessariamente já está posto desde o lançamento. É o que avalia o analista de tendências Ben Bajarin http://t.co/Ag3oscZX0O
É curioso conferir o que o primeiro iPhone não tinha. Recursos triviais atualmente, como mecanismo de busca interna, ou mesmo a definitiva loja de aplicativos, não existiam.
De toda forma, se está interessado no Apple Watch, cabe a reflexão. Geralmente a primeira geração de um novo gadget da Apple soa como um teste de mercado, visto que muitas vezes os componentes do produto são limitados. Resultado: ele não consegue absorver recursos concebidos posteriormente. O equipamento não fica obsoleto, mas terá funcionamento comprometido.
Exemplo: devido ao seu limitado processamento, o primeiro iPad não conseguia lidar com aplicativos que rodavam facilmente no iPad 2.
Como a popularidade das fanfictions altera a dinâmica de poder entre criadores e consumidores http://t.co/qQFbfM691R
Em Hollywood, popularidade nas redes sociais digitais vira fator importante na definição de elenco http://t.co/gZR8UMZgEe
O site Catraca Livre alimenta uma seção com dicas de cursos para fazer gratuitamente, aqui e no exterior http://t.co/4CYkGwr4ze. Os temas são os mais variados, assim como a lista de universidades participantes: USP, Unicamp, Stanford, Berkeley… Vale a visita.
Hollywood ainda é um clube do bolinha http://t.co/OidVAA3XOo, mas na TV as mulheres estão cada vez mais presentes http://t.co/OidVAA3XOo
Como os personagens de “Alta Fidelidade” manteriam suas coleções musicais atualmente? Nick Hornby reflete sobre uma possível continuação do seu livro sobre aficionados em vinis http://t.co/7YH6EObFmo