Se usar aplicativos de localização no celular (como Blendr, OkCupid Locals e HowAboutWe), pode descobrir que sua cara metade está mais próxima do que imagina.
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O que você encontra no Chat Roulette?
Acima, curta – direção de Casey Neistat – analisa o site que conecta pessoas aleatoriamente e que virou sensação.
Já A Day at the Chatroulette.com Offices é um mockumentary (humorístico em estilo documentário) sobre a equipe responsável pelo serviço.
Grande parte do que está sendo produzido sobre o serviço critica principalmente o perfil dos usuários do serviços -maioria homens e “pervertidos”- e a falta de noção das pessoas em relação à privacidade. O site Chat Roulette Screenshots, por exemplo, mostra as “melhores” imagens de conversas.
Mas nem tudo é tiração de sarro. Há também serviços mais úteis para quem leva a sério o Chat Roulette. Estava conversando com alguém, a conexão foi interrompida e gostaria de continuar o papo? Então seu destino é o site Chatroulette Missed Connections.
Facebook: divulgação massiva e os melhores aplicativos do Facebook Connect
Nesse mês, o Brasil recebeu a visita do criador do Facebook, Mark Zuckerberg. O serviço ainda é pouco utilizado pelos brasileiros. Diante do número de matérias que saíram sobre o assunto, a visibilidade de Zuckerberg pode despertar o interesse do público brasileiro (que prefere largamente o Orkut).
Essa foi a trajetória trilhada pelo Twitter no Brasil. Nesse ano, depois de várias matérias e menções em programas populares sobre o serviço de mensagens curtas, houve uma explosão do uso da ferramenta por aí.
Não é o único fator responsável, mas colaborou para que a ferramenta fosse conhecida por quem não é early adopter das tendências online. O que prova, mais uma vez, que as mídias tradicionais tem força, tornando uma bobagem essa disputa entre os meios de comunicação consolidados e as novas mídias. Pensar em convergência, a interação entre os meios, é algo mais coerente.
Esqueça essa discussão sobre nova e velha mídia. O debate deveria ser sobre qual é o mais relevante. É definir o canal apropriado para servir de suporte para sua mensagem, levando-se em conta também sua audiência: se é público segmentado ou de massa (cada vez mais fragmentado), seus hábitos etc.
Não chega a ser algo novo, apenas a internet amplifica isso. Fala-se sobre a morte do CD, mas há quem compre vinil ainda hoje. Pode não ser mais um produto de massa, mas dialoga com um público segmentado engajado. Como defende Seth Godin, retomamos a noção de tribo. Com a internet, ela não tem mais limites geográficos.
Parceria
Além do trabalho de divulgação, outra razão da vinda de Zuckerberg ao Brasil foi criar parcerias. O portal Terra, por exemplo, topou.
O Facebook Connect permite integrar outros serviços à maior rede social do mundo, levando suas informações e contatos para sites parceiros. Exemplo: acessar o site da CNN com seu perfil do Facebook e interagir com a página sem que seja necessário criar um novo cadastrado no site de notícias.
Há inúmeros aplicativos compatíveis com o Facebook Connect. O blog Inside Facebook listou os 16 melhores, que permitem integração com blogs, fóruns, wikis etc.
Os primórdios da (minha) vida digital
No meu primeiro contato com um computador, a internet já se fez presente. Foi algo limitado, é claro, pela precariedade da conexão. Mas suficiente para marcar. Em seguida, ao entrar na faculdade, em 1997, era mais fácil me encontrar no laboratório de informática do que nas salas de aula. Não foi em vão: meu trabalho de conclusão de curso foi um guia sobre webwriting e como desenvolver sites jornalísticos.
Desde então, sempre fui presente online. Mantenho blogs desde 2002. Ao longo do tempo, também criei sites no Geocities, Angelfire e Tripod (lembra?), listas de discussão…
No começo da década, cheguei a criar com um grande amigo uma empresa online. Era o produto certo, no momento errado: o mercado era incipiente, havia menos internautas, a bolha da internet tinha estourado, profissionais da antiga tinham dificuldade em trabalhar com sangue novo… Por isso, a iniciativa não foi para a frente. Segui como autônomo e passei a fazer consultoria de comunicação e estratégia digital, o que vem sendo minha ocupação desde então. Ou seja, minha trajetória profissional se mistura com a internet.
Até porque sempre acreditei no cruzamento de mídias, na interação de diferentes disciplinas. Um site sobre grunge (o primeiro que criei), por exemplo, linkava para uma lista de discussão sobre o assunto. Oferecer experiências complementares, interdependentes entre si, sempre foi um dos meus objetivos.
Mas havia limitações de infra-estrutura que restringiam a complexidade dos projetos. O Youtube nem existia! Busca eficiente? Siga para o Altavista. Eram outros tempos. Aliás, muitos dos serviços que citei aqui acabaram. Ou seja, estar atento às tendências da web é vital para quem quer trabalhar na área.
Hoje, com o crescimento da banda larga e a popularização do ciberespaço, fica mais fácil criar projetos coletivos e multimídia. E o trabalho remoto, um sonho sempre almejado por mim, é cada vez mais comum.
O futuro do trabalho
Felizmente, nunca houve tantas ferramentas disponíveis para mudar o modo como trabalhamos e, consequentemente, como vivemos. E as transformações estão acontecendo. A crise despedaçou companhias gigantes tidas até então como modelos de administração. Em vez de grandes conglomerados, o futuro será povoado de empresas menores reunidas em torno de projetos em comum. Os próximos anos também vão consolidar mudanças que vêm acontecendo há algum tempo: a busca pela qualidade de vida, a preocupação com o meio ambiente, e a vontade de nos realizarmos como pessoas também em nossos trabalhos. “Falamos tanto em desperdício de recursos naturais e energia, mas e quanto ao desperdício de talentos?”, diz o filósofo e ensaísta suíço Alain de Botton em seu novo livro The Pleasures and Sorrows of Works (Os prazeres e as dores do trabalho, ainda inédito no Brasil).
Trecho da matéria da revista Galileu sobre o futuro do trabalho. Para começar, o texto recomenda: esqueça essa história de emprego.
Muitas características apontadas pela publicação já são realidade. Trabalho como freelancer em projetos de comunicação há mais de seis anos, prestando inclusive consultoria de comunicação e realizando trabalhos jornalísticos sem “respeitar” fronteiras geográficas.
É uma atuação colaborativa, envolvendo pessoas que nem se conhecem pessoalmente. Mesmo localmente, você desenvolve projetos que unem várias áreas de uma empresa. Ou seja, o conhecimento não está represado, deve aceitar boas ideais dos segmentos mais distintos.
Evidentemente, a tendência ainda é mais presente nos segmentos da chamada economia criativa (publicidade, artes, jornalismo etc.). Mas a revolução que a internet está causando em algumas profissões ainda está na sua fase embrionária. Há quem preveja que o custo da educação, no futuro, será próximo a zero.
Jack Dorsey, o criador do Twitter
“Com um limite de tamanho, as pessoas são mais espontâneas e instantâneas. A ideia é minimizar os pensamentos.”
No caderno Link, Jack Dorsey fala sobre uma de suas criações, o Twitter, microblog que permite mensagens com até 140 caracteres.
Para ele, “O Twitter é mais uma rede de notícias, onde cada um atualiza em texto a sua vida. Quem quiser, segue. Não é preciso ser amigo. Uma pessoa pode te seguir e você pode não querer segui-la.”
A Vanity Fair fez um belo perfil sobre esse badalado empreendedor do Vale do Silício. Curiosamente, a história de Dorsey se assemelha a de outro grande nome da tecnologia: Steve Jobs. Assim como o criador da Apple, Dorsey foi afastado da companhia que fundou. Voltaria ao Twitter em 2011, como chefe de desenvolvimento de produto.
A popular ferramenta de mensagens curtas foi inventada por Dorsey. Mas ele não esteve só na empreitada: Biz Stone, que passou pelo Brasil em 2009, foi seu parceiro inicial. Em 2006, Evan Williams, o homem por trás do Blogger, se juntou a eles.
Dorsey depois viria a criar o Square, dispositivo que transforma aparelhos móveis (iPhones, iPads e celulares Android) em plataformas de pagamento eletrônico (vídeo abaixo).
Jack Dorsey: entrevista
Square: como funciona
http://www.youtube.com/watch?v=iBieYjxUj5Q
Atualizado em 10 de abril de 2011.
Site reúne as melhores capas de livros
Como o próprio nome entrega, a página The Book Cover Arquive seleciona e armazena as melhores capas de livros. As publicações podem ser consultadas por autor, gênero, diretor de arte, data da publicação, fotógrafo, ilustrador etc.
Há mais. A página igualmente destaca os designers mais criativos nesse segmento. Há uma listagem com os sites de alguns profissionais.
O endereço traz ainda dicas de livros sobre o assunto e mantém um blog sobre o mercado editorial.
Para quem se interessa pelo tema, algumas sugestões de outros sites sobre capas de livros (dica do BCA):
- The Casual Optimist
- The Book Design Review
- Book Covers Anonymous
- Covers
- Faceout Books
- Judge a Book…
- Tal Designz
- The Penguin Blog
- Peter Mendelsund’s Jacket Mechanical
- Readerville Most Coveted Covers
- Old-Timey Paperbacks
- War of the Worlds cover archive
- The Pelican Project
- Joe Kral’s Penguin Collection
Veja também
Experimento prova que julgamos os livros pelas capas
Capa de Livro: DIY
Crie uma capa em 2 minutos!
Como fazer um livro no Word 2007
Saiba quais vídeos foram retirados do Youtube
Não há site como o Youtube. O serviço de hospedagem de vídeos se transformou numa verdadeira midiateca global. Simplesmente você encontra -quase- tudo por lá.
Muitos não respeitam direitos autorais, é verdade. Mas mesmo quando são excluídos, geralmente são colocados de volta por outros usuários.
Um bom site para monitorar esse movimento é o YouTomb. Com ele, é possível saber quais os vídeos que foram retirados do Youtube.
Adicione comentários no Tumblr
O Tumblr, já mencionado por aqui, é um excelente serviço de lifestream ou light blogging (sites que apresentam conteúdo multimídia de forma rápida e sucinta).
Todavia, algumas pessoas reclamam que o site não possui sistema de comentários.
O Disqus preenche essa lacuna. Trata-se de um sistema de gerenciamento de comunidade, que pode ser inserido no Tumblr. Em vários serviços, na verdade: WordPress, Blogger…
O processo não é muito complicado, mas precisa acessar o código da página do Tumblr. É só copiar nas partes indicadas pelo tutorial do Disqus.
Primeiro, preencha o formulário de inscrição. Em seguida, o serviço vai lhe indicar o código a ser inserido no Tumblr. Fica logo abaixo de: Copy and paste the following embed code into the HTML.
Depois de fazer o cadastro no Disqus, vá ao Tumblr. Lá, siga esse caminho: Customize appearance / Theme / Use custom HTML. Alguns temas já tem integração com o Disqus. Por isso, procure, no código html, pelos termos disqus ou comments para achar o local indicado. Não achou? Sem problemas, jogue o código dos comentários depois do termo {/block:Posts}
Não acabou. Você ainda tem de inserir um código para indicar o número de comentários. As instruções estão aqui (procure por Copy and paste the following code so that it is at the bottom of each post type in your HTML).
Depois, é só salvar. Geralmente funciona direito. Mas há muitas variações nos templates, o que pode dificultar. Você também pode testar os serviços Flobbe Chatbox ou Linebuzz. Curtiu brincar com o código do seu Tumblr? Aqui há outras opções.
Não deu de jeito nenhum? Pode rumar para outro serviço de light blogging, o Posterous. Ele possui integração com o Google Analytics (audiência do blog), Feedburner (personalizar RSS), o próprio Disqus…
Atualizado em 01/01/2011




