Um número crescente de ações faz barulho na internet. No último verão do Hemisfério Norte, o Instagram foi inundado por fotografias de garotas plus size em roupas de banho que usavam a etiqueta #fatkini, junção das palavras gorda e biquíni. A mesma rede social abriga o perfil “@loveyourlines” (ame suas estrias), em que duas mães começaram a reunir fotos de corpos normais.
Arquivo mensal: setembro 2014
Novos formatos
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Poucos mercados foram tão afetados pela revolução digital como o fonográfico e o de fotografia. Até alguns anos atrás, rolos de filme eram vendidos em qualquer banca de esquina e discos de vinil estavam em todas as casas. Hoje, os formatos analógicos são, por vezes, tachados de obsoletos, restritos a nichos, mas um crescente número de saudosistas e adeptos do estilo retrô está reabilitando essas tecnologias, com um toque de modernidade.
A história dos trailers de cinema
Melhores ferramentas digitais para jornalistas
Seleção bacana do Mediashift. O blog repassa ferramentas digitais que podem ser adotadas no jornalismo. É uma lista interessante.
O RebelMouse é um agregador de informações publicadas nas mídias sociais. Proposta similar ao Geofeedia. Esse, todavia, foca no conteúdo gerado em determinada localidade. Há também o buscador Storyful Multisearch, que explora o que circula na web 2.0, e o Topsy, focado apenas no Twitter.
Boa parte das dicas surge para auxiliar o trabalho jornalístico, facilitando a curadoria de conteúdo, principalmente do que fui publicado nos sites mais visados. É uma movimentação natural. Grande parte da conversação ocorre nesses espaços.
Todavia, pode ser uma estratégia limitante. Muitas vezes, é difícil diferenciar fanpages de empresas jornalísticas no Facebook. Os recursos, a linguagem… São bastante similares, o que muitas vezes decorre das próprias restrições da ferramenta. Na prática, limitam-se em entrar no fluxo de interação. O que se busca é trazer temas de conversas para a mesa de bar.
Para criar uma identidade própria, é necessário sair da zona de conforto. A solução pode apontar para novos destinos, criar projetos que exploram propostas distintas. Feliz 2014!
conteúdo sem fim
Um número crescente de sites jornalísticos vem se distanciando do conceito de páginas finitas, optando pelo fluxo constante de conteúdo. A página web, em grande parte uma ressaca da mídia impressa, de repente parece ultrapassada e arcaica no universo digital. Para uma geração colada ao Facebook, Twitter, Instagram e Snapchat, na maioria das vezes através de celulares, esse conceito de página é tão anacrônico quanto um telefone residencial. Os editores estão correndo para alcançar essa mudança de hábitos digitais, e uma das maiores mudanças é investir no stream contínuo.
[…] A ascensão de dispositivos com telas sensíveis ao toque influenciou essa tendência. É mais fácil para os usuários seguir o fluxo do conteúdo do que tocar e esperar por seu carregamento.
Menos cliques, mais conteúdo no mesmo espaço. Boas reflexões no texto The Webpage is Dying.