O projeto To This Day é um encontro de talentos que reuniu um grupo de animadores para passar essa mensagem anti-bullying.
O projeto To This Day é um encontro de talentos que reuniu um grupo de animadores para passar essa mensagem anti-bullying.
Há outra razão que explica por que os encontros à moda tradicional tornaram-se obsoletos. Se o objetivo do primeiro encontro era saber um pouco sobre as origens do pretendente, seu grau de instrução, suas tendências políticas e seus gostos, hoje o Google e o Facebook cuidam de tudo isso.
A fotografia data de 1839, mas acho que está sendo descoberta agora. Fotografar está deixando de ser documentar grandes fatos. Pequenas histórias do dia a dia passam a ter valor informativo. Isso não pode ser desprezado
A maioria dos aparelhos móveis não é multitarefa. Essa limitação muitas vezes se traduz em vantagem: o foco é maior numa determinada atividade. Entretanto, utilizar mais de um programa ao mesmo tempo faz falta em casos específicos. Algo que o Ubuntu tenta sanar.
A febre Harlem Shake segue gerando criações derivadas. Para quem ficou curioso, aqui você encontra a música completa.
Belo projeto mostra a mudança de rota que algumas pessoas fizeram para encontrar seu verdadeiro norte. A fotógrafa Marilia Pedroso abre a série. Lembra o livro Trabalhe 4 Horas por Semana, de Timothy Ferriss.
Documentário sobre a revolução das fitas VHS. Revi minha adolescência nesse trailer. O diretor, Josh Johnson, conseguiu a verba para realizar o filme via Kickstarter.
Um noticiário personalizado, no qual avatares apresentam atualizações de seus sites jornalísticos preferidos. Essa é a proposta da startup Guide. Demo acima. Ainda está num estágio embrionário. Impressiona pela dinâmica similar ao do telejornal, mas a apresentadora virtual tem o mesmo entusiamo da moça do GPS.
Não estranhe. Nos bastidores, os robôs já são aliados das empresas jornalísticas, dando uma força na estratégia digital. Garimpam dados e indicam caminhos, como determinar a frequência ideal de publicação de novos textos, o ritmo de mudança das notícias em destaque na página inicial, o horário mais propício para compartilhar conteúdo pelo Twitter…
Quais as entidades no mundo capazes de criar normas autoaplicáveis para vários milhões de pessoas? Alguém pode falar China, Índia e os nove outros países com mais de 100 milhões de habitantes.
Só que existem outros exemplos pouco pensados por essa perspectiva: empresas como Apple, Microsoft, sites como Facebook, Google, Twitter, ou serviços como Instagram e similares. Estamos assistindo hoje aos primeiros passos da era dos sites “legisladores”.
Por meio dos “termos de uso” dos seus produtos (aquele documento que a maioria das pessoas não lê), essas empresas criam direitos e deveres, decidem o que pode circular ou não, gerando efeitos imediatos na vida dos seus usuários.
– Ronaldo Lemos, na Folha.