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Sobre Cadé Conteúdo

Consultoria em comunicação para quem quer existir online com voz própria. A partir de pesquisa e identidade editorial, desenvolvo projetos de conteúdo orientados por permanência, relevância e reconhecimento em redes sociais, sites, newsletters e outros formatos.

A ascensão das pequenas empresas

[AngelList founder Naval Ravikant] came back to a theme he’d touched on earlier in the interview, about how the world would be increasingly made up of very small startups interacting with each other through APIs. No big corporations.

To see how radical this idea is, look around the startup ecosystem. All of the most promising Web companies have done mega growth rounds at huge valuations. […] Even VCs and entrepreneurs who believe startups can change the world, believe you have to get big eventually. Sure you can be capital efficient at the beginning, but not at the end of a journey.

[…] And he went a step further, saying that Google and Facebook likely didn’t need 80 percent of the people working there. He argued Facebook could be built today with just a few hundred people.

This will be possible, he says, because future things will start to be outsourced that we couldn’t dream of being outsourced today. And whole armies of workers would wake up everyday, log onto whatever crazy hardware we’re using at the time, and get a daily assignment from a variety of companies — much like an Uber driver.

Estamos nos tornando um mundo sem grandes empresas?, do pandodaily

The Wider Image

Um aplicativo de fotojornalismo que apresenta “a imagem mais ampla” da Reuters. Dados sobre fotógrafos e novas informações que contextualizam os fatos mostrados nas imagens são alguns dos recursos. Para iPad.

Instagram, Twitter [e outros aplicativos móveis]

“Fotos batem palavras”. O All Things Digital inicia assim o texto sobre crescimento da popularidade do Instagram, tema que ganhou bastante ressonância na semana passada. Não se trata apenas da quantidade de perfis, mas de engajamento e retenção. Em agosto, o Instagram teve uma média diária de 7,3 milhões de usuários ativos nos EUA. Já o Twitter, 6,9 milhões.

As pessoas também ficam mais tempo no Instagram. Em agosto, os norte-americanos passaram, em média, 257 minutos no aplicativo de imagens. O Twitter perde novamente nos dispositivos móveis: no mesmo período, o serviço alcançou 170 minutos de uso.

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Não se deve, contudo, fazer uma leitura polarizada do consumo mobile. Para além da disputa desses dois serviços, os celulares ganham diversos  fins. O ideal é observar dados mais abrangentes, que incluam, por exemplo, outras redes sociais, entretenimento, jogos… Em suma, monitorar o uso como um todo, e não fragmentos (divulgados sempre com muito alarde). Daqui a pouco, surge outra pesquisa na qual a indústria da informação apregoa a supremacia das notícias em dispositivos móveis, seguida de outra no qual um serviço multimídia gaba-se do consumo de vídeo ou música…

Quanto mais gente passa a usar celulares, a base de consumidores fica mais diversa, indo além dos early adopters. Ou seja, dados atuais  e plurais são importantes não apenas para registrar instantâneos, mas para acompanhar tendências ao longo do tempo.

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Retomando o mote do início do texto. No geral, o Twitter é mais popular que o Instagram. Entretanto, se no exterior o Twitter se sobressai, no Brasil ele perde força.

Não deixa de ser curioso, todavia, o recurso ter sido ultrapassado em celulares. Lembro-me, no início do apogeu do Twitter, de várias entrevistas dos criadores do serviço de mensagens curtas apontando que a ideia só passou a fazer sentido com o advento e popularização dos celulares inteligentes.

O lar do futuro

[…] a noção de lar, também graças à internet, expandiu-se para territórios simbólicos – levo minha “casa” comigo pelo mundo, no celular, no computador, nas redes sociais.
A maior parte de nós, no entanto, continua vivendo em residências que reproduzem o modelo tripartido do século 18, que divide o espaço em áreas social, íntima e de serviços em ambientes compartimentados e estanques.
[…] Mas, se o futuro chegou, a casa que vai representar esse novo tempo deverá se basear não mais em cômodos e hierarquias, mas nas atividades que exercemos ali.
[…] Nossa casa será um sistema aberto, colaborativo e seremos todos co-designers desses espaços.

Guto Requena, arquiteto. Hoje, ele inaugura sua coluna na Folha, espaço que passa a ocupar quinzenalmente.

Serviços online ampliam os recursos do Instagram; conheça também outras alternativas

O Instagram é um serviço de compartilhamento de fotos no qual é possível aplicar efeitos nas imagens. Quem não usa os sistemas operacionais IOS e Android só tem acesso às fotos postadas por lá quando elas são compartilhadas via mídias sociais (Flickr, Facebook e Twitter). Entretanto, não é possível conferir o perfil de alguém via navegador de internet. Ou seja, não dá para ver outras fotos, quem o usuário segue etc.

Enquanto o serviço não expande sua atuação, alguns recursos suprem essa lacuna e levam a experiência mobile do Instagram para a web. Os mais conhecidos são extragr.am e web.stagram.com. Isso foi possível graças à utilização da API do Instagram.

O gramsby.me é o mais novo deles. Faz o mesmo que os demais: cria uma interface web com seus dados do Instagram. Com isso, você pode acompanhar as últimas atualizações dos seus contatos, conferir as imagens mais populares etc. Tudo via web.

É mais um quebra-galho do que um simulacro autêntico: não dá para fazer upload, por exemplo, mas é possível comentar.

Outra mão na roda são os serviços Instaport e Copygram, que permitem fazer becape das fotos postadas no seu perfil do Instagram.

Para quem quer apenas adicionar filtros nas imagens, como o Instagram faz, uma solução é a versão online do Pixlr-o-matic. No Android, também há alternativas, como os aplicativos FxCamera, PicPlz e Vignette. Se possui um celular Nokia que roda o sistema operacional Symbian, o Molo.me pode ser uma opção.

Atualizações
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