WhatsApp é usado para compras por 69% dos brasileiros

Mais da metade dos brasileiros que já compraram produtos pelo WhatsApp voltou a usar o aplicativo para fazer novas compras: 58% adquiriram produtos pelo menos duas vezes. O dado faz parte do estudo “WhatsApp no Brasil 2026”, da Opinion Box, segundo o qual 69% dos entrevistados já compraram pelo aplicativo. Para contratação de serviços, a proporção chega a 75%, e 62% repetiram a operação.

A comunicação também é frequente. 77% dos participantes dizem usar o WhatsApp para contatar empresas. Tirar dúvidas ou pedir informações é a principal finalidade, mencionada por 79% desse grupo, seguida pelo suporte técnico, com 66%.

Entre os conteúdos comerciais, cupons de desconto despertam maior interesse, citados por 75% dos consumidores. Uma mensagem por semana é a frequência considerada adequada por 33%, enquanto 11% preferem não receber comunicações de empresas pelo aplicativo. O estudo também aponta que 73% já receberam mensagens ou ofertas de empresas com as quais nunca haviam conversado pelo WhatsApp.

O levantamento ouviu mil brasileiros por meio de entrevistas online realizadas entre junho e julho de 2026.

Na OpenAI, agentes de IA executam 3 dias de trabalho para cada 8 horas humanas

A OpenAI afirma que seus pesquisadores já utilizam agentes de IA em uma escala equivalente a 24,8 horas de trabalho para cada oito horas de atividade humana. A marca foi registrada em meados de agosto, quando o tempo total de execução dos agentes na área de pesquisa chegou a 3,1 vezes o tempo de trabalho dos pesquisadores.

A mudança ocorreu ao longo de 2026. O pesquisador mediano passou de um uso limitado dessas ferramentas no início do ano para mais de US$ 600 diários em processamento em agosto. No grupo que mais utiliza os agentes, o consumo passou de US$ 7 mil por dia.

A adoção também coincidiu com um aumento no ritmo das ações. Em agosto, a quantidade de experimentos por pesquisador atingiu o maior nível desde o início do acompanhamento, em janeiro de 2025. Os agentes passaram a assumir atividades mais longas e complexas, incluindo execução de testes e solução de problemas de infraestrutura.

O avanço, porém, não eliminou a participação humana. Em tarefas estimadas entre quatro e oito horas, mais da metade das que foram concluídas com sucesso precisou de pelo menos uma intervenção do pesquisador. Cabe aos humanos definir as prioridades, avaliar os resultados e decidir quais experimentos devem continuar.