A fotografia data de 1839, mas acho que está sendo descoberta agora. Fotografar está deixando de ser documentar grandes fatos. Pequenas histórias do dia a dia passam a ter valor informativo. Isso não pode ser desprezado
Ubuntu para tablets
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A maioria dos aparelhos móveis não é multitarefa. Essa limitação muitas vezes se traduz em vantagem: o foco é maior numa determinada atividade. Entretanto, utilizar mais de um programa ao mesmo tempo faz falta em casos específicos. Algo que o Ubuntu tenta sanar.
Alvo
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Shake
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A febre Harlem Shake segue gerando criações derivadas. Para quem ficou curioso, aqui você encontra a música completa.
Continue curioso
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Belo projeto mostra a mudança de rota que algumas pessoas fizeram para encontrar seu verdadeiro norte. A fotógrafa Marilia Pedroso abre a série. Lembra o livro Trabalhe 4 Horas por Semana, de Timothy Ferriss.
Rewind This! (2013)
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Documentário sobre a revolução das fitas VHS. Revi minha adolescência nesse trailer. O diretor, Josh Johnson, conseguiu a verba para realizar o filme via Kickstarter.
Robôs invadem as redações
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Um noticiário personalizado, no qual avatares apresentam atualizações de seus sites jornalísticos preferidos. Essa é a proposta da startup Guide. Demo acima. Ainda está num estágio embrionário. Impressiona pela dinâmica similar ao do telejornal, mas a apresentadora virtual tem o mesmo entusiamo da moça do GPS.
Não estranhe. Nos bastidores, os robôs já são aliados das empresas jornalísticas, dando uma força na estratégia digital. Garimpam dados e indicam caminhos, como determinar a frequência ideal de publicação de novos textos, o ritmo de mudança das notícias em destaque na página inicial, o horário mais propício para compartilhar conteúdo pelo Twitter…
A era dos sites “legisladores”
Quais as entidades no mundo capazes de criar normas autoaplicáveis para vários milhões de pessoas? Alguém pode falar China, Índia e os nove outros países com mais de 100 milhões de habitantes.
Só que existem outros exemplos pouco pensados por essa perspectiva: empresas como Apple, Microsoft, sites como Facebook, Google, Twitter, ou serviços como Instagram e similares. Estamos assistindo hoje aos primeiros passos da era dos sites “legisladores”.
Por meio dos “termos de uso” dos seus produtos (aquele documento que a maioria das pessoas não lê), essas empresas criam direitos e deveres, decidem o que pode circular ou não, gerando efeitos imediatos na vida dos seus usuários.
– Ronaldo Lemos, na Folha.
Como as pessoas fazem dinheiro na economia do compartilhamento
Texto da Forbes traz bons exemplos de pessoas que estão faturando como o consumo colaborativo. São citados recursos como Neighborgoods.net, DogVacay, Poshmark, RelayRides e Liquid. Através deles, pessoas compartilham, trocam ou vendem produtos ou serviços. Para o jornal O Globo, a chave da economia verde passa por essa postura.
O assunto já virou tema de livro: Mesh – O Futuro dos Negócios é Compartilhar, de Lisa Gansky. Acima, a autora fala sobre o conceito na TED.
O que revistas digitais podem aprender com editores de ebook?
The bells and whistles that magazine publishers are adding to digital magazines remind me of enhanced ebooks, which book publishers got very excited about a couple of years back. They hoped that by adding video and music to an ebook, they could charge more for it. Fast forward to 2013 and enhanced ebooks are widely considered a flop. So far, readers simply haven’t been interested in paying more for them. Book publishers have scaled efforts back and are no longer trying to charge higher prices for enhanced editions.
Do paidcontent.org. “É a economia, estúpido!”
