As soluções devem partir dos economistas e das pessoas em quem votamos. Um cineasta apenas faz as perguntas certas. Nem todo político é corrupto, ainda que eles costumem ter uma debilidade que resulta de pensar apenas em ser eleitos.”
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“[…] todos os filmes são políticos. Não há nada mais político do que um filme de super-herói, com um carro potente e salvando mocinhas indefesas. O impacto que o cinema de puro entretenimento exerce sobre as gerações é incalculável. Faço filmes sobre o que me inquieta. E só.’
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“Políticos têm carreiras, cineastas têm paixões. É a dúvida que move um diretor, a vontade de dividir os dilemas que ele carrega sozinho. E sempre haverá uma história a ser contada. Tenho 80 anos e não consigo imaginar minha vida sem fazer filmes.
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Brasil-Portugal
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Publicar português é fácil, difícil é divulgar, distribuir. Não adianta trocar figurinhas se não podemos colocá-las no álbum
Raimundo Gadelha, diretor da Escrituras Editora, em bom texto da Folha sobre o intercâmbio literário Brasil-Portugal.
Questão de gosto
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Há outra razão que explica por que os encontros à moda tradicional tornaram-se obsoletos. Se o objetivo do primeiro encontro era saber um pouco sobre as origens do pretendente, seu grau de instrução, suas tendências políticas e seus gostos, hoje o Google e o Facebook cuidam de tudo isso.
Jovens subvertem regras da sedução com ‘não encontros’
Cotidiano revelado
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A fotografia data de 1839, mas acho que está sendo descoberta agora. Fotografar está deixando de ser documentar grandes fatos. Pequenas histórias do dia a dia passam a ter valor informativo. Isso não pode ser desprezado
Wagner Souza e Silva, fotógrafo e professor da USP.