Recentemente, o All Things Digital fez uma análise comparativa do Socialcam, Mobli e Viddy, aplicativos para celular que querem fazer pelo vídeo o que o Instagram fez pelas fotos.
Lembra a obra da cineasta Ry Russo-Young, que produz filmes utilizando diversos formatos. Abaixo, trailer de um de seus filmes, You Won’t Miss Me (2009). Em seguida, uma entrevista com a diretora.
A narração robotizada não ajuda, mas a ideia do Serendipitor é promissora. Trata-se de um aplicativo de navegação para iPhone que te joga em rotas alternativas. Ao valorizar desvios, amplia a experiência do usuário: você é levado a lugares que não estava procurando.
Pode-se aumentar ou diminuir a complexidade do percurso, dependendo de quanto tempo dispõe. No caminho, sugestões alternativas pipocam na tela do celular.
No final, oflâneur cibernético ainda pode compartilhar o novo trajeto com seus amigos. O nome do aplicativo vem de Serendipity, palavra que representa as descobertas ao acaso.
Cada app que você tenha baixado de qualquer uma das principais lojas de aplicativos potencialmente tem uma licença limitada que poderia expirar no futuro próximo. A maioria de nós não tem nada a temer. Não é certamente um bom negócio apresentar um monte de aplicativos que expiram depois de apenas 2 anos no mercado […]
Certifique-se de olhar todos os detalhes disponíveis sempre que comprar um aplicativo para ver se existe uma licença limitada incluída nele.
O artigo cita os momentos finais da versão do jogo Rock Band para iPhone/iPad. Mas o alcance dessa conversa é bem mais amplo. A Amazon, por exemplo, já apagou remotamente livros instalados no e-reader Kindle.
A segunda tela (celular, tablet…) amplia o consumo da tv. Pessoas conversam com seus amigos, tiram fotos e gravam vídeos do que estão assistindo. Consumo e criação de conteúdo ao mesmo tempo.
Biologic [bloom.io] é um app gratuito para iPad que transforma suas redes sociais digitais em células.
Cada “célula” representa uma única pessoa. Dentro dela podem ser encontradas “partículas” brilhosas, que correspondem a sua atualização mais recente. Quanto mais retuítes e likes receber, maior será a movimentação dessa partícula.
O game designer Tom Armitage reuniu num livro físico seus sites favoritos. Ele vem montando essas “enciclopédias pessoais” desde 2004. Cada link é representado com o título, URL, descrição e tags. Também há código QR. É só apontar seu celular que será encaminhado para o site.
O formato visual é simples: texto e fundo branco. Mas, diferente de outros serviços de leitura de conteúdo digital – como Flipboard, Instapaper ou Evernote Clearly -, o objetivo do Longform é privilegiar material de maior fôlego. Ao puxar atualizações, por exemplo, o sistema não pesca slideshows e posts de blogs.
Para não gerar grande fluxo de conteúdo, o software faz a triagem do que é mais relevante. Além disso, o material é baixado para permitir leitura off-line.
Ademais, o Longform quer “cavar mais fundo”, indo além das fontes óbvias. Em futuras atualizações, publicações menores, de diversos países, devem entrar no cardápio de opções do aplicativo.
The Swarm, curta de terror feito com celulares. Nesse caso, trata-se de uma ação de marketing para divulgar os produtos da linha Xperia, da Sony.
A equipe é formada por profissionais: direção de Tom Harper (cineasta já premiado com um Bafta, o Oscar britânico). Já o roteiro coube a Geoff Busetil e Daniel Kaluuya, que trabalharam na série juvenil Skins (por sinal, a sexta temporada do programa estreou recentemente).
O vídeo brilha ao mostrar as possibilidades do celular na própria trama do curta. Por outro lado, perde pontos por não divulgar eficientemente a “usabilidade” do gadget.
Não gosto dessa abordagem de imitar uma produção caseira, mas deixar o controle criativo para os profissionais. É um caminho limitante, que parece reforçar a necessidade de credenciais técnicas específicas. Melhor seria mostrar produções independentes ou lançar concurso para destacar filmagens amadoras. Isso mostraria que o produto é acessível.
Do lançamento à mais nova versão (Ice Cream Sandwich, a primeira a valer tanto para celulares quanto tablets), o site The Verge analisa a evolução visual do Android, o popular sistema aberto para dispositivos móveis.
O Google geralmente entrega uma boa UI (User Interface). O problema são as modificações mirabolantes dos fabricantes de hardware ou o desleixo de alguns criadores de aplicativo. Não à toa, o Google quer acabar com as discrepâncias visuais. Agora, há um guia de design para a plataforma Android.
É a pergunta que o NY Times faz em matéria que mostra a rotina de jovens que convivem com seus pares através da interação presencial e via internet.
Nessa nova vida social, não há distinção de ambientes: a troca de olhares é intercalada com fugas para conferir, via celular, o que está acontecendo noutros cenários.
O medo de estar perdendo algo é uma preocupação constante. Já há nome para isso: FOMO. De acordo com pesquisa realizada pela agência de publicidade JWT New York, 65% dos jovens adultos se sentem deixados de fora quando percebem que amigos estão fazendo alguma coisa sem eles.