O blog Gizmodo listou sete formas de substituir sua carteira pelo celular. Há as alternativas mais badaladas (como Google Wallet, PayPal Mobile e Square), mas também há opções menos conhecidas (Mobile Pay e Venmo). Vale a visita.
Um livro para colorir… no iPad
http://vimeo.com/twistcone/mcb
Com esse livro-aplicativo para iPad e iPhone, seu filho poderá colorir mais de uma centena de monstros. Fazer bagunça e ficar sujo faz parte da brincadeira na primeira infância. Mas as possibilidades que esse tipo de lançamento abrem para os pequenos… Falando nisso, quando crianças devem começar a utilizar celulares e tablets?
desplugado
“É um passo para trás, e uma maneira estúpida de lidar com a liberdade na rede. Em San Francisco, tentaram bloquear o acesso a celulares para evitar uma manifestação no sistema de trens suburbanos. O que aconteceu? A manifestação para protestar contra o bloqueio acabou sendo maior que o protesto original. É bom ver que as pessoas se defendem destas ações.”
Christopher Poole, o criador do fórum 4chan, comenta as tentativas de censura na rede. “moot”, como é mais conhecido, veio ao Brasil para participar do festival de cultura de internet YouPix.
Como criar fan pages no Facebook [acompanhe a página desse site na maior rede social online do mundo]
Criei uma página desse blog no Facebook. Clique aqui e “curta” o novo endereço. Abaixo, dou algumas dicas para quem também quer lançar sua página na maior rede social do mundo. Antes, gostaria de apresentar meu espaço.
A versão Facebook desse blog conta com as atualizações do site, mas não só: você também tem acesso a recomendações de links, vídeos e matérias que solto exclusivamente por lá. Em pauta, cultura digital, mídias sociais, arte e tecnologia disruptiva.
(Esse não é o único espaço que mantenho no Facebook. Há também um projeto sobre música (non-stop) e uma página sobre cultura móvel (leve no bolso). Gostou? Passa lá e “curta” essas páginas também)
Estratégia
Ao elaborar sua presença online, é importante dar alternativas ao público, que pode ter acesso ao que tem a dizer através do endereço eletrônico, via RSS, newsletter diária, página no Facebook etc. A ideia é que você acompanhe essas atualizações, mas não só: o conteúdo funciona como um convite para a conversa. Você pode comentar, propor novas discussões, compartilhar dicas etc.
No caso do FB, é possível ir além, não oferecendo ao usuário apenas um simulacro da experiência do site de origem. Por isso, usar recursos de publicação automática – via RSS Graffiti, por exemplo – podem não ser recomendáveis. É necessário se adaptar ao meio (saiba o que funciona no Facebook). Até porque a fan page pode ser um projeto autônomo e oferecer não apenas conteúdo, mas também serviços: você pode montar uma loja virtual no Facebook.
(Veja também: como usar o Facebook para divulgar sua marca)
Ou seja, é muito mais útil do que simplesmente oferecer uma experiência complementar numa fan page do Facebook. Algo que lembra fazer parte de comunidades do Orkut, que funcionam apenas com um broche que identifica o que aprecia, um acessório decorativo no seu perfil que explicita as tribos das quais faz parte. São comunidades que, muitas vezes, tem grande número de participantes, mas pouca interação entre eles. Parece que só spammers frequentam esses endereços.
Não é isso que proponho. Meu objetivo é compartilhar informação e suscitar a interação nesses novos espaços. Ademais, você não precisa visitar essas páginas. A atualização vai até você, aparecendo no seu mural do Facebook. Por isso, é importante investir no seu espaço. Se oferecer conteúdo em excesso ou não relevante, vai irritar o usuário. Ou seja, pode transformar fãs em ex-seguidores.
Making of [crie fan pages no Facebook]
Criar páginas no Facebook é bastante simples. Basta clicar nesse link. Em seguida, você pode personalizar a url. Será ótimo ter um endereço mais amigável para divulgar. Entretanto, isso só será possível depois de conquistar 25 fãs.
Em seguida, preencherá alguns campos, como dizer que o espaço é mantido por “Empresa, organização ou instituição“. Depois, você vai mudar a imagem, criar uma descrição, instalar aplicativos…
O cadastro é simples. Mas só isso não basta. É importante definir qual o objetivo desse novo espaço. Criar um projeto editorial pode auxiliar na manutenção.
Saber quais os elementos mais importantes dessa página também ajuda. Vale aprender com as melhores fan pages.
Depois, escolha os aplicativos mais interessantes para incrementar seu espaço. Aliás, é importante editar e personalizar as abas, já que o FB entrega alguns aplicativos que não são lá muito úteis. O appbistro é um ótimo guia para conhecer outras opções. Já o Involver oferece integração com várias plataformas sociais (como YouTube e Flickr), entre outros serviços complementares.
Para engajar o público, visite esse link (esse outro também) e veja a apresentação no final desse post.
Se vai criar um perfil corporativo, sugiro a leitura desse tutorial. O Mashable também criou uma lista com os cinco plugins essenciais para marcas.
Tudo pronto? Você pode colocar em outros sites um banner com o número de inscritos na sua página do Facebook, botão curtir, últimas atualizações etc. Caso o sistema de gerenciamento de conteúdo do seu site não aceite script com java, como o WordPress.com, você pode optar um widget mais simples.
Para terminar, você sabe quanto custa sua fan page no Facebook?
Ficou com preguiça de seguir todos esses passos? Pode apontar seu navegador para o Wix ou o Pagemodo, que entregam vários layouts e recursos para fan pages do Facebook.
Enfim, essas são as técnicas básicas. Agora é contigo. Fique à vontade para compartilhar links e suas ideias. Aqui nesse blog e nas páginas (como a CD) que mantenho no Facebook.
Antes, um último alerta: escolha com prudência o nome da sua fan page. Isso porque não é possível alterar depois. A não ser que sua fan page tenha menos de 100 cadastrados.
Crie sua página no Facebook
Imagem via Flickr de Samsmiles
Lista de aplicativos do iPad
O iPad já estreou com grande quantidade de aplicativos, pois usa o mesmo sistema operacional do iPhone/iPod Touch.
Nem todos os apps se adaptam plenamente à tela maior. Por isso, vale conferir as melhores criações desenvolvidas exclusivamente para o tablet. É curioso observar a lista elaborada pelo site App Advice, que, no lançamento do produto, seleciou os 100 melhores aplicativos do iPad.
Com o tempo, as opções aumentaram. E muito. Para se manter atualizado, o blog Lifehacker cria uma lista, anualmente, do que você não pode perder.
Outra opção é conferir o ranking dos apps mais baixados, pagos e gratuitos. O top 200 apps é atualizado de hora em hora. Além da lista geral, é possível passear por categorias específicas (livros, jogos, entretenimento…)
O usuário vai encontrar muitas sugestões gratuitas, mas é bom não descartar os ótimos apps pagos. Por isso, recomendo baixar o Appshopper, programa que monitora os preços da loja virtual da Apple. É só cadastrar o que deseja na wishlist que o Appshopper avisa das promoções.
O que você encontra no Chat Roulette?
Acima, curta – direção de Casey Neistat – analisa o site que conecta pessoas aleatoriamente e que virou sensação.
Já A Day at the Chatroulette.com Offices é um mockumentary (humorístico em estilo documentário) sobre a equipe responsável pelo serviço.
Grande parte do que está sendo produzido sobre o serviço critica principalmente o perfil dos usuários do serviços -maioria homens e “pervertidos”- e a falta de noção das pessoas em relação à privacidade. O site Chat Roulette Screenshots, por exemplo, mostra as “melhores” imagens de conversas.
Mas nem tudo é tiração de sarro. Há também serviços mais úteis para quem leva a sério o Chat Roulette. Estava conversando com alguém, a conexão foi interrompida e gostaria de continuar o papo? Então seu destino é o site Chatroulette Missed Connections.
A difícil arte de fazer cinema
Antes, as pessoas pensavam que podiam fazer dinheiro com qualquer tipo de filme. Hoje, elas acham que existe um certo tipo de filme. E talvez estejam certas. Eu odiaria estar começando agora. É fácil fazer um filme bacana, com pouco dinheiro, mas quem irá vê-lo?
O diretor Steven Soderbergh (Traffic, Onze Homens e um Segredo), em entrevista na Folha de São Paulo. Seu mais recente filme, O Desinformante!, estreia no Brasil no dia 16 de outubro. Matt Damon é o protagonista. Trailer abaixo.
As tirinhas de Angeli

Para acompanhar o trabalho de Angeli, visite diariamente a página de opinião da Folha de São Paulo. Não esqueça de passar na ótima seção de quadrinhos do mesmo jornal para encontrar as tiras Chiclete com Banana e muito mais. O traço de Fernando Gonsales, Laerte, Allan Sieber são outras ótimas opções.
Se quer revisitar criações anteriores, passa aqui. Outra opção é conferir o site oficial do Angeli. Há também várias coletâneas com personagens do Angeli: Rê Bordosa – Do começo ao fim, Skrotinhos, Wood and Stock, Luke & Tantra…
Angeli: entrevistas
Na Trip, você confere o material completo.
Facebook: divulgação massiva e os melhores aplicativos do Facebook Connect
Nesse mês, o Brasil recebeu a visita do criador do Facebook, Mark Zuckerberg. O serviço ainda é pouco utilizado pelos brasileiros. Diante do número de matérias que saíram sobre o assunto, a visibilidade de Zuckerberg pode despertar o interesse do público brasileiro (que prefere largamente o Orkut).
Essa foi a trajetória trilhada pelo Twitter no Brasil. Nesse ano, depois de várias matérias e menções em programas populares sobre o serviço de mensagens curtas, houve uma explosão do uso da ferramenta por aí.
Não é o único fator responsável, mas colaborou para que a ferramenta fosse conhecida por quem não é early adopter das tendências online. O que prova, mais uma vez, que as mídias tradicionais tem força, tornando uma bobagem essa disputa entre os meios de comunicação consolidados e as novas mídias. Pensar em convergência, a interação entre os meios, é algo mais coerente.
Esqueça essa discussão sobre nova e velha mídia. O debate deveria ser sobre qual é o mais relevante. É definir o canal apropriado para servir de suporte para sua mensagem, levando-se em conta também sua audiência: se é público segmentado ou de massa (cada vez mais fragmentado), seus hábitos etc.
Não chega a ser algo novo, apenas a internet amplifica isso. Fala-se sobre a morte do CD, mas há quem compre vinil ainda hoje. Pode não ser mais um produto de massa, mas dialoga com um público segmentado engajado. Como defende Seth Godin, retomamos a noção de tribo. Com a internet, ela não tem mais limites geográficos.
Parceria
Além do trabalho de divulgação, outra razão da vinda de Zuckerberg ao Brasil foi criar parcerias. O portal Terra, por exemplo, topou.
O Facebook Connect permite integrar outros serviços à maior rede social do mundo, levando suas informações e contatos para sites parceiros. Exemplo: acessar o site da CNN com seu perfil do Facebook e interagir com a página sem que seja necessário criar um novo cadastrado no site de notícias.
Há inúmeros aplicativos compatíveis com o Facebook Connect. O blog Inside Facebook listou os 16 melhores, que permitem integração com blogs, fóruns, wikis etc.
Os primórdios da (minha) vida digital
No meu primeiro contato com um computador, a internet já se fez presente. Foi algo limitado, é claro, pela precariedade da conexão. Mas suficiente para marcar. Em seguida, ao entrar na faculdade, em 1997, era mais fácil me encontrar no laboratório de informática do que nas salas de aula. Não foi em vão: meu trabalho de conclusão de curso foi um guia sobre webwriting e como desenvolver sites jornalísticos.
Desde então, sempre fui presente online. Mantenho blogs desde 2002. Ao longo do tempo, também criei sites no Geocities, Angelfire e Tripod (lembra?), listas de discussão…
No começo da década, cheguei a criar com um grande amigo uma empresa online. Era o produto certo, no momento errado: o mercado era incipiente, havia menos internautas, a bolha da internet tinha estourado, profissionais da antiga tinham dificuldade em trabalhar com sangue novo… Por isso, a iniciativa não foi para a frente. Segui como autônomo e passei a fazer consultoria de comunicação e estratégia digital, o que vem sendo minha ocupação desde então. Ou seja, minha trajetória profissional se mistura com a internet.
Até porque sempre acreditei no cruzamento de mídias, na interação de diferentes disciplinas. Um site sobre grunge (o primeiro que criei), por exemplo, linkava para uma lista de discussão sobre o assunto. Oferecer experiências complementares, interdependentes entre si, sempre foi um dos meus objetivos.
Mas havia limitações de infra-estrutura que restringiam a complexidade dos projetos. O Youtube nem existia! Busca eficiente? Siga para o Altavista. Eram outros tempos. Aliás, muitos dos serviços que citei aqui acabaram. Ou seja, estar atento às tendências da web é vital para quem quer trabalhar na área.
Hoje, com o crescimento da banda larga e a popularização do ciberespaço, fica mais fácil criar projetos coletivos e multimídia. E o trabalho remoto, um sonho sempre almejado por mim, é cada vez mais comum.



